O web designer profissional, competente e capaz de acrescentar valor para os seus clientes (e, em última análise, para si próprio) deve reunir um conjunto de qualidades e características.

Proatividade

É impossível fazer bom web design sem uma atitude continuamente proativa. Por exemplo, muitas vezes o cliente não tem uma ideia clara do que pretende. Isso não é um defeito do cliente, mas sim uma característica do mercado. Da mesma forma, um doente que recorre ao médico sabe descrever melhor ou pior os sintomas, mas não sabe exatamente qual o problema nem a solução. É para isso que lá está o médico. Não será por acaso que o designer pede emprestada a palavra “diagnóstico” à medicina para identificar as necessidades do cliente.

O princípio de proatividade estende-se a todas as áreas do trabalho em web design, a começar pela próxima.

Mentalidade de marketeer

O web designer não pode ser um cérebro estanque na sua área, a receber passivamente “inputs” do patrão ou do cliente. É necessário saber o máximo possível sobre a área para a qual se está a trabalhar, conhecer as questões, os problemas, desafios e a mentalidade geral dos clientes e utilizadores.

E é mais fácil consegui-lo falando regularmente com os clientes. Não importa se é pessoalmente, por telefone, e-mail, chat ou skype, o que interessa é saber o que eles pensam, com o que se preocupam e quais os seus desafios e oportunidades. Só assim será possível desenvolver um design que vá ao encontro do que eles querem.

Conhecer os princípios básicos do design

Não é possível fazer um web design de qualidade sem conhecer o básico da profissão, desde as ferramentas a usar aos princípios básicos de domínio da cor, da imagem e outros aspetos básicos. O web design precisa de mais do que código HTML.

Criatividade

Para encontrar soluções que ainda não foram pensadas, ou adaptar soluções existentes a problemas novos, é necessária criatividade por parte do web designer.